A diferença entre espécies não é só sensorial: ela decide altitude, manejo, produtividade, custo e o papel do café no blend.
As duas espécies comerciais mais relevantes são Coffea arabica e Coffea canephora, conhecida no Brasil como conilon ou robusta. Em linhas gerais, o arábica é mais aromático, doce e valorizado; o conilon tende a mais cafeína, corpo, resistência e intensidade.
Isso não faz do conilon um café “pior”. Bem produzido — como acontece hoje no Espírito Santo e em Rondônia — ele entrega crema, densidade e complexidade próprias.
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